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Criopreservação de embriões

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O congelamento ou a criopreservação de embriões é um procedimento realizado quando existem embriões excedentes de boa qualidade após uma tentativa de FIV ou ICSI.

Outras indicações são os casos de risco para o desenvolvimento da forma grave da Síndrome de Hiperestímulo Ovariano. Nestes casos, todos os embriões produzidos são criopreservados e a transferência é realizada em outro ciclo, sem a necessidade de indução da ovulação e coleta de óvulos. 

As chances de engravidar após a transferência de blastocistos criopreservados são semelhantes às que ocorrem quando a transferência é feita com embriões a fresco. As taxas de sucesso irão depender da idade da paciente, podendo atingir 50% por ciclo.

Como funciona?

Para haver congelamento de embriões é necessária a realização de todo o processo de fertilização in vitro (indução, punção, fertilização e cultura de embriões). Os protocolos tradicionais congelavam embriões no 2°ou 3° dia de cultivo embrionário, e ofereciam em torno de 20% de sucesso por tentativa.

A Pró-Criar desenvolveu, em conjunto com o Dr. James Stachecki do Instituto Tyeo-Galileo de New Jersey – USA, um protocolo bastante eficaz para criopreservação de embriões no estágio de blastocisto (5°ou 6° dia de cultivo embrionário), com resultados muito superiores, passando este a ser o procedimento padrão da nossa clínica.

A transferência dos embriões é feita através de um cateter, colocado dentro da cavidade uterina, com acompanhamento por ultrassom. O endométrio (revestimento interno uterino) é preparado e sincronizado com o dia da criopreservação dos embriões com o uso de hormônios por via oral e vaginal, ajustados com o uso de ultrassom vaginal.


Apoio emocional

O procedimento de congelamento embrionário costuma gerar sentimentos ambivalentes e suscitar questões éticas e religiosas
Por um lado traz conforto para os pacientes caso se deparem com resultado negativo; por outro, gera preocupação caso engravidem – principalmente gravidez gemelar ou múltipla – decisão do destino dos embriões congelados.

O papel do psicólogo é o de desvelar e esclarecer sentimentos, conflitos e fantasias, presentes ao longo da busca pela realização do projeto parental, permeado por angustias e elaborações dos diversos lutos que muitas vezes impõem esta trajetória e decisões de difícil manuseio do ponto de vista ético, moral e religioso. Assim, o espaço psicológico visa oferecer ajuda aos pacientes para uma reflexão sobre as questões inerentes ao procedimento para tomada de decisão coerente com os princípios pessoais de cada paciente.