Nos seguintes casos:
-Quando houver alterações importantes na quantidade, na movimentação ou na morfologia dos espermatozóides.
-Quando existir qualquer alteração que bloqueie o caminho dos espermatozóides do testículo até a sua saída na uretra (ex: vasectomia, ausência congênita dos canais que transportam os espermatozóides). Nesses casos, os espermatozóides necessários para se realizar a fertilização podem ser obtidos cirurgicamente do epidídimo (local onde se armazenam os espermatozóides) ou do testículo (onde são produzidos os espermatozóides).
-Quando existirem alterações relacionadas ao momento da fertilização fazendo com que os espermatozóides não sejam capazes de penetrar dentro do óvulo.
-Quando existirem anticorpos antiespermatozóides (proteínas imunológicas que atacam e destroem os espermatozóides) que dificultem a fertilização.
-Quando houver falha de fertilização em tentativas anteriores de FIV clássica.
-Quando se tratar de esperma congelado antes de um tratamento de câncer e a quantidade e qualidade desse esperma congelado for limitada.




