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Inseminação Artificial

Também conhecido como inseminação artificial, o processo é o mesmo que o da indução da ovulação, mas só que no período mais fértil da mulher é realizado uma coleta com posterior preparo e beneficiamento do sêmen no laboratório.

O material preparado contendo os melhores espermatozóides é colocado dentro útero utilizando-se um cateter. A fertilização nesse caso é in vivo, dentro das trompas.

Estudos mais recentes indicam melhores resultados quando a inseminação coincide com a ovulação induzida através do uso de hormônios indutores da ovulação (gonodotrofinas) e do HCG que programa a ruptura do(s) folículo(s). É importante, porém, que seja feita uma monitorização do ciclo através da ultrassonografia seriada (3 a 4 exames) para se otimizar os resultados e também para se evitar a produção de muitos óvulos, aumentando o risco de uma gravidez múltipla.

Os índices de sucesso desse método por tentativa variam entre 10 a 18% por ciclo. O casal deve estar orientado a tentar pelo menos (mas não mais) 3 tentativas para se alcançar uma taxa cumulativa em torno de 30%.

Taxas de sucesso por tentativa: Varia em torno de 15 a 20% (Cumulativa de 30%).

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