A maturação in vitro de óvulos, consiste em um processo de fertilização in vitro (FIV), em que pouco ou nenhum medicamento é usado para estimular os ovários. Os óvulos (oócitos) são colhidos da mesma maneira da fertilização in vitro convencional (ver fertilização in vitro – FIV), porém ainda imaturos. Seu amadurecimento é realizado em laboratório (in vitro). Depois de amadurecidos, os óvulos são colocados em contato com os espermatozóides para que ocorra a fertilização. Depois de fertilizados, o processo de transferência para o útero é realizado da mesma maneira da FIV convencional (ver fertilização in vitro – FIV)
O tratamento pode permitir às pacientes, o tratamento de infertilidade, com um custo bem reduzido (na medida em que se reduz muito a quantidade de medicamento empregada para estímulo dos ovários) e um menor risco dos efeitos colaterais dos medicamentos. Contudo, essa forma de tratamento ainda requer aprimoramento, na medida em que apenas 40 a 80% dos óvulos fertilizados desenvolvem-se até o estágio de embriões para serem transferidos, e após a transferência, a taxa de gravidez é de apenas 10 a 15%.
Além da taxa de gravidez por tentativa ser baixa, como descrito anteriormente, esta técnica apresenta altas taxas de aborto (> 25%), uma vez que está associada a um aumento da taxa de malformação cromossômica nos embriões provenientes dos óvulos maturados in vitro.
Taxa de sucesso por tentativa: Varia entre de 10 a 15%.



